
Entre guerras comerciais e ataques de drones: uma economia de paz no século XXI ainda é possível
Cristina Ribas Vargas Na última semana as notícias acerca da trégua comercial que vem sendo construída entre China e EUA…

Cristina Ribas Vargas Na última semana as notícias acerca da trégua comercial que vem sendo construída entre China e EUA…

O desafio do Brasil não é apenas produzir mais commodities, mas sim agregar valor a elas, diversificar a base produtiva e, acima de tudo, inserir-se em setores que gerem aprendizado tecnológico, empregos qualificados e sofisticação produtiva, rompendo o ciclo de crescimento volátil e dependente dos preços internacionais de matérias-primas. Essa é a mensagem básica que Paulo Gala nos trouxe e a endosso completamente.

Essa conduta fiscal mina a credibilidade da política fiscal e enfraquece o planejamento de longo prazo. Contingenciar em vez de reformar, prática reativa e pouco transparente, vai na contramão das principais recomendações internacionais para o Brasil.

Este artigo revisita o clássico teorema Balassa-Samuelson (B-S) no contexto da economia atual, marcada pela revolução digital, avanços tecnológicos e uma força de trabalho globalmente mais qualificada. Examina-se como a universalização da produtividade nos serviços e a dinâmica da oferta de trabalho qualificado moldam a manifestação dos efeitos previstos pelo B-S em economias desenvolvidas. Adicionalmente, o texto aprofunda a análise para países em desenvolvimento, onde serviços de baixa produtividade são predominantes. Argumenta-se que, embora o cerne do teorema permaneça, seus mecanismos operacionais e a magnitude de seus impactos são consideravelmente moderados pela realidade contemporânea, por fatores estruturais e por políticas regulatórias específicas de cada estágio de desenvolvimento.

Os caminhos estratégicos do BCB para 2026-2029 apontam para uma instituição cada vez mais integrada aos desafios do século XXI. A capacidade de equilibrar estabilidade, concorrência e inovação será decisiva para garantir um sistema financeiro robusto, inclusivo e sustentável, à altura das demandas de uma sociedade em constante transformação.

Trazemos à reflexão alguns aspectos trazidos pela Lei de Defesa da Concorrência argentina, no âmbito dos atos de concentração, para incentivar a discussão se não deveriam ser aqui aproveitados, dando, assim, maior efetividade e celeridade ao controle realizado pela autoridade brasileira.
A análise simplista que atribui toda a culpa à globalização não pode nos cegar para a verdadeira responsabilidade: a de construir um futuro em que a inovação sirva ao bem-estar de todos, e não apenas de uma parcela privilegiada da população, com efeitos deletérios sobre a classe média. A pobreza é o limite da classe média!

O setor de infraestrutura, considerando a construção civil e a infraestrutura pesada é, com certeza, um dos que mais sofrem com fiscalizações, perseguição por órgãos de controle internos e externos, além de medidas judiciais que penalizam constantemente o segmento.

De toda sorte, o mote principal: o que para cada um individualmente significa, em essência, fazer a coisa certa?