Concorrência pelo Mundo

Autoridades de defesa da concorrência globais (como as do Brasil, Europa e Austrália) aprovaram a maioria das fusões e aquisições recentes sem restrições, mas mantiveram uma fiscalização rígida e impuseram remédios estritos em mercados sensíveis para evitar monopólios e proteger os consumidores.

Nas últimas movimentações globais de defesa da concorrência, autoridades do Brasil (Cade), Europa (CNMC, CMA e outras) e Austrália (ACCC) avaliaram fusões e aquisições estratégicas em diversos setores, como energia, finanças, saúde e alimentação. Enquanto a maioria das transações foi aprovada sem restrições em primeira fase — a exemplo de parcerias entre grandes grupos como Shell/BP no mercado brasileiro e o avanço de fundos de investimento na Espanha —, as autoridades mantiveram uma postura vigilante sobre mercados sensíveis. Isso resultou na abertura de investigações iniciais de grande porte na Austrália (envolvendo gigantes como Alcoa e Chevron), no monitoramento de infraestruturas de saúde no Reino Unido, e na imposição de compromissos e remédios concorrenciais estritos pela CNMC espanhola nos setores de publicidade urbana e transporte marítimo para evitar riscos de monopólio e proteger os consumidores.

Veja as decisões:

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