O preço das palavras: a inconstitucionalidade da política externa como propaganda
O país merece mais do que propaganda travestida de diplomacia na política externa. Merece que a Constituição seja cumprida, em sua letra e em seu espírito.
O país merece mais do que propaganda travestida de diplomacia na política externa. Merece que a Constituição seja cumprida, em sua letra e em seu espírito.
Este artigo discute os fundamentos teóricos e empíricos do regime de câmbio flutuante, tomando como ponto de partida uma crítica às teses defendidas pelo novo desenvolvimentismo brasileiro.
Se a pandemia ensinou algo aos gestores do poder, foi que o medo é eficaz, rápido e difícil de contestar. Mas a democracia sobrevive apenas onde o medo não sufoca o debate. É preciso lembrar: o medo protege, mas também adoece. E pode, como neste caso, ter matado menos do que curado, mas ferido mais do que se admite.
O Índice de Gini é um dos principais indicadores utilizados para medir a desigualdade de renda em uma sociedade.
O desafio do Brasil não é apenas produzir mais commodities, mas sim agregar valor a elas, diversificar a base produtiva e, acima de tudo, inserir-se em setores que gerem aprendizado tecnológico, empregos qualificados e sofisticação produtiva, rompendo o ciclo de crescimento volátil e dependente dos preços internacionais de matérias-primas. Essa é a mensagem básica que Paulo Gala nos trouxe e a endosso completamente.
Este artigo revisita o clássico teorema Balassa-Samuelson (B-S) no contexto da economia atual, marcada pela revolução digital, avanços tecnológicos e uma força de trabalho globalmente mais qualificada. Examina-se como a universalização da produtividade nos serviços e a dinâmica da oferta de trabalho qualificado moldam a manifestação dos efeitos previstos pelo B-S em economias desenvolvidas. Adicionalmente, o texto aprofunda a análise para países em desenvolvimento, onde serviços de baixa produtividade são predominantes. Argumenta-se que, embora o cerne do teorema permaneça, seus mecanismos operacionais e a magnitude de seus impactos são consideravelmente moderados pela realidade contemporânea, por fatores estruturais e por políticas regulatórias específicas de cada estágio de desenvolvimento.
A análise simplista que atribui toda a culpa à globalização não pode nos cegar para a verdadeira responsabilidade: a de construir um futuro em que a inovação sirva ao bem-estar de todos, e não apenas de uma parcela privilegiada da população, com efeitos deletérios sobre a classe média. A pobreza é o limite da classe média!
O cinema, como forma de arte, não apenas reflete a realidade, mas também atua como um termômetro cultural, indicando nosso estágio presente e, por inferência, as possíveis trajetórias futuras de nossa sociedade. Fiz minhas escolhas para que alcancemos o estágio civilizatório europeu.
Longe de apresentar uma resposta definitiva, este artigo busca estimular a reflexão crítica sobre a complexa herança de Vargas e os desafios da administração pública no Brasil. Todavia, a inferência conclusiva me parece óbvia: uma democracia fortalecida teria que seguir à risca o comportamento presidencial como Gestor (na verdade sua única atribuição de realce) a semelhança de Getúlio Vargas que tanto a exerceu no Estado Novo, bem como na sua Gestão Presidencial que resultou em seu suicídio.